
A distribuição de preservativos é, neste momento, uma solução para a diminuição da transmissão do HIV. Obviamente, que o problema passa na sua raíz pela prevenção e educação sexual. Os seres humanos têm desejos carnais e satisfazem-nos com ou sem amor. Não se pode fechar os olhos a esta realidade e, por isso, a prática sexual deve ser segura, pois todos somos responsáveis pela nossa sáude (ou deveríamos ser) e pela que transmitimos aos outros. Deve-se ter fácil acesso a preservativos, pois não é a sua divulgação que vai aumentar a prática do sexo (uma vez que quem o quiser fazer faz). Pelo menos fá-lo mais seguramente, e o seu não uso é que constitui um risco no combate à sida.
No entanto, o sexo deveria ser associado a sentimentos, pois é um acto de dar e receber amor e fazer amor é gratificante para o corpo e para alma. Sexo por sexo é vazio, infrutífero. E é este sexo que se tem manifestado, irresponsável. Tornou-se num acto banal, vulgar, como comer e beber. Devería-se ensinar as pessoas a respeitar o seu corpo e a sua alma, incentivando a uma maior humanização da sexualidade. Não se devem usar as pessoas como objecto para mero prazer físíco. O papel do outro é primordial. Temos de aprender a ser responsáveis na sexualidade.
Cecília
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