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quarta-feira, janeiro 14

Lei absurda...

A partir desta quarta-feira, um comitê no estado de Virgínia, Estados Unidos, vai analisar um projeto de lei que permite a hospitais, escolas e empresas que se neguem a prestar serviços a lésbicas, gays e bissexuais, alegando “convicções morais e religiosas”. Se aprovada, um médico poderá se recusar a atender pacientes lésbicas, e cinemas e restaurantes poderão proibir a entrada de pessoas que achem ser gays.
A lei está prestes a ser votada por um comitê chave. Se conseguirmos convencer esse comitê a votar contra, ela jamais verá a luz do dia. Vamos mostrar ao comitê que pessoas nos Estados Unidos e no mundo inteiro estão de olho. Assine agora nossa petição! https://go.allout.org/pt/a/virginia/


terça-feira, agosto 20

Cientistas afirmam que homofóbicos têm desejo sexual pelo mesmo sexo

"Um antigo estudo, de 15 anos atrás, da Universidade da Georgia (EUA) diz que “A homo­fo­bia está apa­ren­te­mente asso­ci­ada à exci­ta­ção homos­se­xual”. Os pes­qui­sa­do­res apon­tam porém “que o indi­ví­duo homo­fó­bico des­co­nhece ou nega” essa excitação.
Antes de tudo, os espe­ci­a­lis­tas per­gun­ta­ram a homens hete­ros­se­xu­ais o quão con­for­tá­veis eles se sen­tiam ao redor de homens gays. Com base nes­ses resul­ta­dos, divi­di­ram os volun­tá­rios em dois gru­pos: os que exi­biam sinais de homo­fo­bia (com 35 par­ti­ci­pan­tes) e os defi­ni­ti­va­mente não-homofóbicos (neste, eram 29, no total). Aí come­çou o teste.
Todos os homens foram colo­ca­dos em sali­nhas pri­va­ti­vas para assis­tir a vídeos “quen­tes”, de qua­tro minu­tos cada: um mos­trava cenas de sexo entre um homem e uma mulher; outro, entre duas mulhe­res; e o último, entre dois homens. Enquanto a ses­são se desen­ro­lava, um apa­re­lho, ligado ao pênis de cada par­ti­ci­pante, media o nível de exci­ta­ção sexual de cada um. A enge­nhoca, segundo os cien­tis­tas, era capaz de iden­ti­fi­car a exci­ta­ção sexual sem confundi-la com outros tipos de exci­ta­ção (como ner­vo­sismo ou medo).
Eis os resul­ta­dos: enquanto assis­tiam aos vídeos de sexo hete­ros­se­xual ou lés­bico, tanto o grupo homo­fó­bico quanto o não-homofóbico tive­ram “aumento da cir­cun­fe­rên­cia do pênis”. Em outras pala­vras, gos­ta­ram do que viram. Mas durante o fil­mi­nho gay “ape­nas o grupo homo­fó­bico exi­biu sinais de exci­ta­ção sexual”, afirma o estudo. Pois é, eles até dis­se­ram que pre­fe­riam man­ter dis­tân­cia dos gays. Mas, opa, seus pênis con­ta­ram outra história."

sexta-feira, maio 10

Como viverias se não pudesse amar?

Verdades cruas...



Imaginem um mundo onde "gay" fosse "hétero" e "hétero" fosse "gay"
"Bullying com adolescentes e suicídio de jovens por causa da preferência sexual de alguém é ridículo - e esse filme vira a mesa da sociedade moderna. E SE as posições fossem invertidas?" -- K.Rocco Shields (Criadora/Diretora)

quarta-feira, fevereiro 20

Papa abençoa Uganda, apoiante da "lei anti-homossexualidade"


O Papa Bento XVI abençoou Rebecca Kadaga, uma deputada do Uganda, que lhe prometeu divulgar  um projeto de lei, para o seu país, que propõe penas de prisão para atos homossexuais, incluindo prisão perpétua em determinadas circunstâncias e que proíbe a "promoção" dos direitos dos homossexuais. Este preojeto de lei anti-gay surgiu como um presente de Natal para o seu povo, segundo afirma.

Ironicamente Kadaga estava no Vaticano, para assistir a uma conferência de direitos humanos. Note-se, que de direitos humanos esta pessoa não faz a mais pálida ideia do que seja, ou não viria defender a promoção destes crimes contra os homossexuais, pois é disto que se trata: CRIME contra os homossexuais, perseguição e violação dos seus direitos.
A Igreja Católica pediu perdão pela Inquisição, mas tem memória curta, pois querem perseguir novamente alguém. Não basta estarem repletos no seu seio de escândalos de pedofilia (entre outros), os quais apenas abafam e nada fazem para punir os padres violadores? Não basta de segregação, de perseguição?
É ofensivo e contra as leis de Deus, de amor ao próximo, esta atitude do Papa e desta deputada, bem como de outras pessoas com altos cargos no Uganda.
Bento XVI, mais tarde, disse a Kadaga que se o projeto "Kill the Gays" for aprovado, os homossexuais deverão sentir como é estar-se numa arena com leões, como forma de punição capital.
É vergonhoso, é hediondo, que estas palavras possam vir de alguém que julga passar os pensamentos de Deus. Ainda bem que abdicou, pois gente como o senhor não faz falta nenhuma. E, se a Igreja cada vez perde mais crentes, é porque estais cada vez mais longe da graça de Deus. A imagem que passais é de profunda desilusão, ausência de Deus. Pois Deus é Amor, Deus não é segregação, Deus não é morte aos homossexuais, Deus é Amo

Cecília


 "Vários líderes internacionais condenaram esta nova lei, como o presidente dos EUA, Barack Obama chamando-a de "odiosa" e o pastor Rick Warren chamando-a de "injusta"."

Noticia de:  http://www.bbc.co.uk/news/world-africa-20318436

terça-feira, fevereiro 19

Um dos nomes para suceder o papa Bento XVI, defende a pena de morte para homossexuais

O cardeal de Gana Peter Turkson


Esperemos que este fulano não chegue a papa, porque o mundo precisa de evoluir e não de regredir.
Para mim o novo papa terá o desafio de renovar a Igreja Católica abrindo o debate sobre alguns temas como o uso de anticoncepcionais, aborto, células-tronco, divórcio, casamento homossexual, celibato e outros. E fico também á espera da punição para os padres envolvidos em escândalos de pedofilia.

Música sobre homofobia

O preconceito muitas vezes, não vem das palavras, nem das agressões fisicas, e sim, por várias vezes de olhares de nojo, preconceituosos das pessoas que nem percebem que praticam uma forma de preconceito velado.

sexta-feira, abril 6

Autoridades sem meios para cancelar concerto de Sizzla


O concerto de Sizzla, um cantor jamaicano conhecido pelas suas letras de cariz homofóbico, foi acompanhado pela PSP, esta quinta-feira, no coliseu de Lisboa.
Protestos das associações ILGA e AMPLOS e de vários cidadãos independentes nas redes sociais, sobre esta situação desconfortável, levaram a que fossem tomadas medidas.
Inicialmente, o concerto iria realizar-se no armazém F, da operadora TMN. A operadora que se tem mantido afastada da polémica, por não ser responsável pela programação da sala a que deu nome, também não ficou alheia às críticas. E o que está ao centro da polémica? Algumas letras de canções como Get to da point, onde canta "sodomitas e maricas, eu digo: que morram", ou como Pump up, onde se pode ouvir "queima os homens que têm sexo com outros homens por detrás". A operadora cancelou o concerto no seu espaço. Esta tomada de posição em não “associarem” a marca a este tipo de evento, foi muito positiva.
Noutros países este cantor de música reggae já viu alguns dos seus concertos da última digressão cancelados ou adiados (Estocolmo, Madrid, Barcelona…) mas as nossas autoridades não têm recursos legais que permitam o seu cancelamento. Nesse sentido, a Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC), que não tinha conhecimento do conteúdo das canções e aberta às preocupações socias, recorreu às entidades judicias. A presença de uma brigada da PSP no coliseu foi salutar, de modo a impedir que o cantor pudesse incitar a plateia à violência ou ao ódio homofóbico.  
A situação é nova em Portugal, mas nos últimos anos tem sido recorrente em países europeus, com cantores conotados com o dancehall, uma derivação do reggae, a serem acusados de homofobia, como Elephant Man, Bounty Killa, Vybz Kartel, Buju Banton, Beenie Man, Capleton e Sizzla.
As organizações LGBT alegam que as letras continuam a ser cantadas, enquanto Sizzla, que já atuou três vezes antes em Portugal, riposta com a liberdade de expressão e com as leis da Jamaica, onde a homossexualidade masculina é crime. 
Pois o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considera que o discurso homofóbico não se trata de um ato de liberdade de expressão.
Há lacunas na lei que têm de ser suprimidas, nomeadamente a ausência de uma entidade que zele especificamente pela descriminação sexual, para que no futuro cenários destes possam ser retificados devidamente. No entanto, apreciei o esforço e empenho das organizações e entidades estatais no combate á homofobia.

Maria

sábado, dezembro 3

Já foste alvo de algum tipo de agressão?


Já foste alvo de algum tipo de agressão física ou psicológica devido à tua orientação sexual? Esta é uma pergunta de um inquérito da Dezanove, que mereceu hoje a minha atenção.
Ao longo da minha vida, no que diz respeito à minha orientação sexual, ouvi vários disparates e assisti a alguns comportamentos menos felizes, de pessoas que me são próximas. Com maior ou menor dificuldade, foram-se apercebendo que afinal não somos muito diferentes delas próprias, que somos tão normais e banais quanto elas, retirando alguns excêntricos.
É verdade que quanto maior é a visibilidade, maior é a violência para connosco. Não sou mulher de ficar sentada de braços cruzados à espera que os outros resolvam as dificuldades que me surgem no dia-a-dia, mas pelo contrário, luto pelos meus direitos.
Apesar de o casamento civil homossexual ter saído há quase 2 anos, muitas pessoas continuam a viver a sua má formação pessoal, a sua ignorância, tentando oprimir os outros.
Estive há dias num parque a tirar umas fotos românticas com a minha companheira, quando um fulano decidiu insultar-nos com uma série de palavrões que nem quero colocar aqui. Este foi claramente o incidente mais homofóbico que tive até hoje e claramente porque me tornei visível.
Não consigo perceber como alguém que não me conhece de lado nenhum, tem o descaramento e a prepotência de nos atacar desta maneira. O infeliz lá deve ter pensado que duas mulheres não lhe faziam frente, mas enganou-se. Levou resposta a todos os insultos.
Fiquei chocada com este acontecimento. Demorei alguns dias a sarar a ferida mas regressei mais forte. Descobri que o slogan “it get’s better” não é cem por cento correcto, uma vez que a violência física e psicológica acontecem.
No entanto, não vou deixar de ser quem sou, de viver onde vivo, de sentir e mostrar o que sinto. Viver vive-se por inteiro, só assim “it gets better”. Sempre.
Maria
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