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sexta-feira, maio 10

Como viverias se não pudesse amar?

Verdades cruas...



Imaginem um mundo onde "gay" fosse "hétero" e "hétero" fosse "gay"
"Bullying com adolescentes e suicídio de jovens por causa da preferência sexual de alguém é ridículo - e esse filme vira a mesa da sociedade moderna. E SE as posições fossem invertidas?" -- K.Rocco Shields (Criadora/Diretora)

terça-feira, fevereiro 19

Volvo V40 Cross Country


Dá para pensar que se trata de um casal gay!




Ainda bem que a publicidade já começa a enteder que existem vários tipos de famílias. Há que agradar a todos consumidores.

Música sobre homofobia

O preconceito muitas vezes, não vem das palavras, nem das agressões fisicas, e sim, por várias vezes de olhares de nojo, preconceituosos das pessoas que nem percebem que praticam uma forma de preconceito velado.

terça-feira, dezembro 27

Banda Lésbica mais famosa da cidade

Meu amor
É só uma sapatão
Não vai ter DR, não
Rebucetation não é tão simples quanto pensa
Nele cabe até quem você dispensa
Cabe o meu amor

domingo, fevereiro 13

"Portugal a arder"

"Parva que Sou"

O grupo Deolinda já existe há muitos anos, mas só na apresentação do seu último álbum “dois selos e um carimbo” na Fnac do Norteshopping é que tive a oportunidade de os conhecer. Fiquei, como seria de esperar, fã do grupo, com especial incidência para a vocalista Ana bacalhau, que tem uma presença extraordinária em palco. O conteúdo das canções é muito envolvente, abordando temas muito contemporâneos. “Um contra o outro” e a “problemática colocação de um mastro” são os meus temas preferidos. Já o tema “parva que sou”, apresentado no Coliseu do Porto deixou-me boquiaberta. Uma simples frase "Que Mundo tão parvo onde para ser escravo é preciso estudar" poderia muito bem ser o grito da minha geração. Uma geração impedida de sair de casa dos seus pais para construir as suas vidas, condenada ao recibo verde, à inconstância do trabalho temporário e a salários miseráveis que são pagos como se de um favor se tratasse.
A desgraça desta geração resulta dos "privilégios" de uns em relação aos outros. A diferença só surgirá quando as pessoas se revoltarem.
A letra desta música "Parva que sou", é o reflexo desta nossa geração: 
 


“Sou da geração sem remuneração /E não me incomoda esta condição /Que parva que eu sou /Porque isto está mal e vai continuar /Já é uma sorte eu poder estagiar /Que parva que eu sou /E fico a pensar /Que mundo tão parvo /Onde para ser escravo é preciso estudar /Sou da geração "casinha dos pais" /Se já tenho tudo, pra quê querer mais? /Que parva que eu sou /Filhos, maridos, estou sempre a adiar /E ainda me falta o carro pagar /Que parva que eu sou/E fico a pensar /Que mundo tão parvo /Onde para ser escravo é preciso estudar /Sou da geração "vou queixar-me pra quê?" /Há alguém bem pior do que eu na TV/Que parva que eu sou/Sou da geração "eu já não posso mais! /"Que esta situação dura há tempo demais /E parva não sou /E fico a pensar, /Que mundo tão parvo /Onde para ser escravo é preciso estudar”

Maria

sexta-feira, abril 9

Tango no Feminino

"Percorro teu corpo
Que dispo lentamente
E as minhas mãos entrelaçadas
Nas tuas
Dissipam o palco…
Num tango…
Avanço...

Rodopio na pista
Num passo de dança,
Nossos corpos balançam
Bailemos agora…
Um tango…

Somos" duas loucas!

"E, nossos passos embriagados
Cadenciados
Compassados.
São longos…
Rasgados.
Rasgo o teu decote
E olho os teus seios.
Não é passo! É dança.


Dancemos
Freneticamente sós"
Unidas!
Entrelaçadas!

"Dancemos agora" as duas…
"Um tango!"

Partilho convosco uma das minhas paixões TANGO

Bom Fim de Semana
Cecília
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