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domingo, agosto 18

Mundial de atletismo de Moscovo tem sido palco para a polémica lei anti gay

Yelena Isinbayeva diz "Que apoia a lei anti-gay da Rússia", mas depois se retratou dizendo "Não ser contra os gays, mas pede respeito às leis do seu país."

Acho vergonhoso e ultrajante alguém apoiar uma lei que vai contra os direitos humanos das pessoas. Esta senhora não merece respeito nenhum!  Aparentemente, é um beijo comum entre atletas, que é independente da sexualidade.  Está com medo de quê?  

 

sexta-feira, maio 10

Como viverias se não pudesse amar?

Verdades cruas...



Imaginem um mundo onde "gay" fosse "hétero" e "hétero" fosse "gay"
"Bullying com adolescentes e suicídio de jovens por causa da preferência sexual de alguém é ridículo - e esse filme vira a mesa da sociedade moderna. E SE as posições fossem invertidas?" -- K.Rocco Shields (Criadora/Diretora)

terça-feira, fevereiro 19

Um dos nomes para suceder o papa Bento XVI, defende a pena de morte para homossexuais

O cardeal de Gana Peter Turkson


Esperemos que este fulano não chegue a papa, porque o mundo precisa de evoluir e não de regredir.
Para mim o novo papa terá o desafio de renovar a Igreja Católica abrindo o debate sobre alguns temas como o uso de anticoncepcionais, aborto, células-tronco, divórcio, casamento homossexual, celibato e outros. E fico também á espera da punição para os padres envolvidos em escândalos de pedofilia.

sexta-feira, setembro 28

Deputado russo acusa Madonna de promover a homossexualidade



O deputado da assembleia legislativa de São Petersburgo, Vitali Milonov, acusou esta sexta-feira a cantora norte-americana Madonna de violar uma lei local que proíbe a propaganda da homossexualidade e da pedofilia para públicos menores de idade.


Isto porque a estrela pop realizou na quinta-feira um concerto na cidade de São Petersburgo, durante o qual proferiu frases de apoio à comunidade homossexual russa.
Referiu que "Temos de punir Madonna ou os organizadores [do concerto]", mencionando que existem gravações de vídeo que comprovam que entre o público que assistiu ao concerto de Madonna estavam "crianças de 12 anos", e como tal a lei devia ser aplicada.

Uma pequena nota apenas. Não podemos, tal como Madonna, CALAR, quando nos querem oprimir e amedrontar. Cedo ou tarde, todos os ditadores caem. Se julgam que por oprimirem os seres humanos na sua sexualidade, a homossexualidade desaparecerá, despertem, pois é parte constituinte dos seres humanos desde as suas origens. NÃO DEVEMOS CALAR, nem permitir que estas situações persistam! Venham muitas como tu Madonna e como as Pussy Riot!

Maria


sexta-feira, abril 6

Autoridades sem meios para cancelar concerto de Sizzla


O concerto de Sizzla, um cantor jamaicano conhecido pelas suas letras de cariz homofóbico, foi acompanhado pela PSP, esta quinta-feira, no coliseu de Lisboa.
Protestos das associações ILGA e AMPLOS e de vários cidadãos independentes nas redes sociais, sobre esta situação desconfortável, levaram a que fossem tomadas medidas.
Inicialmente, o concerto iria realizar-se no armazém F, da operadora TMN. A operadora que se tem mantido afastada da polémica, por não ser responsável pela programação da sala a que deu nome, também não ficou alheia às críticas. E o que está ao centro da polémica? Algumas letras de canções como Get to da point, onde canta "sodomitas e maricas, eu digo: que morram", ou como Pump up, onde se pode ouvir "queima os homens que têm sexo com outros homens por detrás". A operadora cancelou o concerto no seu espaço. Esta tomada de posição em não “associarem” a marca a este tipo de evento, foi muito positiva.
Noutros países este cantor de música reggae já viu alguns dos seus concertos da última digressão cancelados ou adiados (Estocolmo, Madrid, Barcelona…) mas as nossas autoridades não têm recursos legais que permitam o seu cancelamento. Nesse sentido, a Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC), que não tinha conhecimento do conteúdo das canções e aberta às preocupações socias, recorreu às entidades judicias. A presença de uma brigada da PSP no coliseu foi salutar, de modo a impedir que o cantor pudesse incitar a plateia à violência ou ao ódio homofóbico.  
A situação é nova em Portugal, mas nos últimos anos tem sido recorrente em países europeus, com cantores conotados com o dancehall, uma derivação do reggae, a serem acusados de homofobia, como Elephant Man, Bounty Killa, Vybz Kartel, Buju Banton, Beenie Man, Capleton e Sizzla.
As organizações LGBT alegam que as letras continuam a ser cantadas, enquanto Sizzla, que já atuou três vezes antes em Portugal, riposta com a liberdade de expressão e com as leis da Jamaica, onde a homossexualidade masculina é crime. 
Pois o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considera que o discurso homofóbico não se trata de um ato de liberdade de expressão.
Há lacunas na lei que têm de ser suprimidas, nomeadamente a ausência de uma entidade que zele especificamente pela descriminação sexual, para que no futuro cenários destes possam ser retificados devidamente. No entanto, apreciei o esforço e empenho das organizações e entidades estatais no combate á homofobia.

Maria

domingo, maio 16

Beijos contra a Homofobia


"Desilusão" é o resultado final deste pequeno evento, cuja aderência na estação da Trindade foi quase nula.
Perto das 15h,talvez estivessem presentes umas dez pessoas.O "kiss me" teve de ser à porta da estação, para não importunar a normal circulação das pessoas (como se estivéssemos em hora de ponta) mas também porque o pequeno grupo de jovens lá presentes para se manifestar (apoio ao evento) parecia "aterrado de medo". Assim, às 15h e ao fim de algumas hesitações lá soaram o apito. Talvez tenhamos sido eu e a Cecília as primeiras a beijar-nos, tendo a maioria ficado pelos abraços aos pares e grupos. Não compreendi o motivo porque se puseram a abraçar em grupos, quando a intenção é expressar o amor e o afecto entre duas pessoas que se amam.
A trinta segundos do final, lá chegou mais um grupo 20 jovens, atrasados, contribuindo assim para uma maior visibilidade do acontecimento. Sem informação alguma do acontecimento que decorria, sem aparato, não passou de um momento sem significado político ou social. Apesar do apoio do MICA-me, tudo foi manifestamente insuficiente.

É este país que nós temos, que pouco luta pela visibilidade do Amor.

Maria
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